domingo , 17 novembro 2019
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Homem é agredido até a morte em Manhuaçu

Indivíduo apontado como autor do crime é preso pela Polícia Militar

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Raik de Souza tinha 25 anos e morreu após ser agredido por um indivíduo que estava em regime de prisão domiciliar. A vítima chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros, mas ao chegar à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ela já estava morta. O crime foi registrado na madrugada deste domingo (13/10), na Rua Olímpio Vargas, em Manhuaçu.

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Jardel Thiago Cortes, de 31 anos, apontado como autor do crime, já tem várias passagens criminais, e foi preso na casa dele. Ele tinha deixado o presídio em 19 de setembro.

A Polícia Militar tomou conhecimento dos fatos após receber denúncias pelo 190. Os militares encontraram a vítima caída no chão e acionaram o Corpo Bombeiros para socorrer a vítima. Uma testemunha contou que ouviu um grande barulho vindo da rua e, quando chegou até a sacada de sua residência, presenciou Jardel agredindo a vítima e que ele parecia estar com algo nas mãos.

A testemunha tentou conversar com Jardel para que ele parasse as agressões, porém, continuou a agredir a vítima. Ainda de acordo com a testemunha, Jardel chutou a cabeça e o rosto da vítima por várias vezes sem dó nenhuma.

A PM foi até o endereço de Jardel e após cercar a residência dele, ele foi capturado. De acordo com a PM, Jardel disse que não conhecia Raik. Jardel alegou que a briga começou após a vítima dar uma garrafada na cabeça dele. A partir daí, os dois começaram a discutir e brigar e que ele deu chutes na cabeça de Raik, mas sem intenção de matá-lo.

Jardel foi atendido na UPA, onde foram constatadas escoriações na parte da frente da cabeça e na mão direita. A perícia da Polícia Civil foi ao local e realizou os trabalhos periciais. Depois, a PM recebeu mais denúncias via 190 de que Jardel havia pulado várias vezes com os dois pés na cabeça da vítima e dizia: “você não morreu ainda não, desgraca!”.

A briga começou na Praça Antônio Brum, conhecida como Praça do The Wall e continuou pela escadaria que dá acesso à Rua Olímpio Vargas. Jardel foi preso por homicídio e apresentado na Delegacia de Polícia Civil para as demais providências.

“O autor não se mostrou nem um pouco preocupado com a vítima na delegacia. Apenas chorava e dizia que a culpa era da mãe, que a culpa era da mulher, e que a culpa era da vítima que não podia ter o deixado irritado. E reclamando que ia passar mais de 10 anos preso porque tinha um antecedente de tentativa de homicídio contra o irmão. Não se sentiu culpado pela morte da vítima, apenas preocupado com os anos que ele iria permanecer preso. Foi um crime muito violento. Chegou a esmagar a cabeça da vítima. Ele saltava, segundo as testemunhas. Tomava um pouco de distância e pulava sobre a cabeça da vítima. Pelo menos umas três a cinco vezes”, disse o delegado regional Carlos Roberto.

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